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Quinta-feira, 7 de Julho de 2005

Luis de Camões-Indefinições

Mas, conquanto não pode haver desgosto
Onde esperança falta, lá me esconde
Amor um mal, que mata e não se vê;
Que dias há que na alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei onde,
Vem não sei como, e dói não sei porquê.

publicado por egasmoniz às 14:14

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4 comentários:
De golfinha a 7 de Julho de 2005 às 22:28
ya, podes crer e neste momento tou num desses turbilhões, diria mais tempestade mesmo, de sentimentos... dói mto perceber q a unica pessoa q te odeia neste mundo é uma das q mais amas na vida e q por ela fazias tudo... mas a vida é assim, n podemos fazer nada... a n ser continuar a amar e esperar q ele mude...
bjinhus


De ETROM-CUL a 7 de Julho de 2005 às 16:40
Muito bonito este poema.
Parabéns.


De ETROM-CUL a 7 de Julho de 2005 às 16:40
Muito bonito este poema.
Parabéns.


De 25MAX04 a 7 de Julho de 2005 às 15:11
De certo sabes qual a sensação de estarmos no meio de um turbilhão de sentimentos...é uma experiencia que podemos considerar fantástica pois é altamente empolgante, mas o problema está quando o turbilhão se torna num tufão e destroi tudo à sua passagem, incluindo os nossos corações...


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