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Quinta-feira, 25 de Agosto de 2005

Soneto

Não pode Amor por mais que as falas mude
exprimir quanto pesa ou quanto mede.
Se acaso a comoção falar concede
é tão mesquinho o tom que o desilude.
Busca no rosto a cor que mais o ajude,
magoado parecer aos olhos pede,
pois quando a fala a tudo o mais excede
não pode ser Amor com tal virtude.
Também eu das palavras me arreiceio,
também sofro do mal sem saber onde
busque a expressão maior do meu anseio.
E acaso perde, o Amor que a fala esconde,
em verdade, em beleza, em doce enleio?
Olha bem os meus olhos, e responde.
*António Gedeão*

publicado por egasmoniz às 18:28

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2 comentários:
De 25MAX04 a 25 de Agosto de 2005 às 20:23
tens toda a razão, o verdadeiro amor torna-se uma confusão...


De golfinha a 25 de Agosto de 2005 às 19:39
parabéns pela escolha do poema... confuso como o amor, mas qdo lido com o coração até é bastante claro... bjinhus


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